Apoio   09/10/2018 | 18h53     Atualizado em 09/10/2018 | 18h55

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Mateus Bandeira afirma que está à disposição para apoiar Sartori no segundo turno das eleições

Foto: Eduardo Peixoto/ Divulgação
Foto: Eduardo Peixoto/ Divulgação

Passado o primeiro turno das eleições, Mateus Bandeira, que concorreu pelo Partido Novo ao Palácio Piratini, declarou apoio à reeleição de José Ivo Sartori (MDB). De acordo com ele, o posicionamento é pessoal e que a sigla em nível de Rio Grande do Sul ainda não se manifestou oficialmente.

Relata que publicou o posicionamento nas redes sociais, em que ele tem mais de 100 mil seguidores, e que também está à disposição para participar de maneira engajada na disputa, pois afirma reconhecer avanços no atual governo.

Acrescenta que é contra neutralidades e a votos nulo e branco e abstenções. Bandeira faz críticas ao candidato Eduardo Leite (PSDB) e diz ter uma diferença quilométrica entre os postulantes ao Governo do Estado.

Apesar do apoio, Bandeira garante que não pretende ocupar um cargo no governo do MDB, em caso de vitória. Ele informa que pretende retornar para a vida profissional no setor privado e seguir em outros projetos.

Já na disputa nacional, declara o apoio ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Ele explica que quer evitar o retorno do Partido dos Trabalhadores (PT) ao poder do País e que também tem afinidades com o candidato.

Bandeira explica que no primeiro turno votou no candidato do partido à presidência, João Amoêdo, mas como o mesmo não está mais na disputa, precisa tomar posição. Mateus Bandeira terminou na quinta posição na corrida ao Piratini, com 3,47% dos votos.

Nesta terça-feira (09), a executiva estadual do PSOL também se manifestou e emitiu nota informando que o partido não vai apoiar ninguém no segundo turno, por acreditar que Leite e Sartori representam a mesma política. A nota também ressaltou que, em nível nacional o apoio será ao candidato Fernando Haddad (PT), devido ao repúdio da sigla a Bolsonaro. O PSOL concorreu com Roberto Robaina ao Governo do Rio Grande do Sul e Guilherme Boulos à presidência da República.

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