Identificação de Digitais   26/11/2018 | 20h45     Atualizado em 27/11/2018 | 09h45

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Associação questiona possível remanejamento de profissionais que atuam na identificação por meio de digitais

Foto: IGP-RS/Divulgação
Foto: IGP-RS/Divulgação

No início desta semana a Associação de Papiloscopistas do Rio Grande do Sul (Aspapi) emitiu nota de repúdio ao Instituto-Geral de Perícias (IGP) sobre o remanejamento de profissionais que trabalham na identificação de impressões digitais. 

 

Integrante da direção da Aspapi, Eraldo Coutinho, relata que o órgão estaria planejando transferir quatro papiloscopistas do plantão do posto de Caxias do Sul para reforçar a confecção do documento de identidade na cidade. Para ele, essa não é a solução, e defende ainda a abertura de concurso público para contratação de papiloscopistas.

 

Eraldo ressalta que com a saída dos profissionais dos plantões o serviço de papiloscopia ficará prejudicado em Caxias e em municípios da região, com o consequente aumento do tempo na busca de autoria de crimes. Acrescenta que os peritos não podem fazer a função dos papiloscopistas, pois não têm prática e habilidade para exercer a função.

 

A nota de repúdio foi publicada no site da entidade (www.aspapi.com.br).O representante da Associação conta que pretende procurar o Ministério Público Estadual (MPE) para tratar do assunto.

 

Por outro lado, em contato com a reportagem, a assessoria do IGP-RS informou que dois profissionais administrativos foram designados do posto de Caxias para atender o departamento de confecção de identidade a fim de diminuir o tempo de espera para emissão do documento e reforçar o grupo. Além disso, negou o remanejamento de papiloscopistas. 

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