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Política   31/12/2018 | 10h32     Atualizado em 03/01/2019 | 09h47

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Eduardo Leite assume governo com mais de R$ 3 bilhões em contas atrasadas

Foto: PSDB
Foto: PSDB

O governador eleito Eduardo Leite (PSDB), que toma posse nesta terça-feira, dia 1º de janeiro, assumirá o Piratini com uma série de pendências que dependem de solução urgente e de curto prazo. Segundo o Orçamento do Estado para 2019, a estimativa de déficit para 2019 é de R$ 7,4 bilhões. Leite se sentará na cadeira de governador, no entanto, tendo de administrar passivo superior a R$ 3 bilhões em contas que deveriam ter sido quitadas até o último dia do mandato de José Ivo Sartori (MDB), que não foram saldadas por falta de recursos.

 

Os débitos em atraso incluirão parte significativa da folha de pagamento dos servidores relativa a dezembro, aproximadamente R$ 1,1 bilhão, todo o valor referente ao 13º salário, que foi parcelado em 12 vezes, no total de R$ 1,5 bilhão, além de pendências com fornecedores, de cerca de 40 dias de atraso, com o Instituto de Previdência do Estado e em repasses para a área da saúde. A gestão Sartori quitou a folha de novembro apenas na última quinta-feira, dia 27 de dezembro, e começou a pagar a folha do mês no dia seguinte, mas com depósitos irrisórios.

 

Além do montante atrasado, superior a R$ 3 bilhões, Leite herdará um passivo de R$ 3,8 bilhões, acumulados desde 2 de agosto de 2017, quando o Rio Grande do Sul deixou de pagar o serviço mensal da dívida com a União. A suspensão se deu em função de decisão liminar do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, em ação do governo Sartori questionando a dívida.

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