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Cidade   11/01/2019 | 17h18     Atualizado em 14/01/2019 | 09h25

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Projetos visam recuperar memória e atrair diferentes públicos ao Centro de Cultura Ordovás

Foto: Mateus Argenta/ Divulgação
Foto: Mateus Argenta/ Divulgação

Uma série de projetos de educação patrimonial deve ser desenvolvida em 2019 no Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho. Dentre as ações planejadas está uma exposição sobre o complexo da Cantina Antunes, com previsão de abertura para o dia 08 de fevereiro. 

 

A proposta é que se conte toda a trajetória da empresa, até o encerramento das atividades e a implantação do Centro cultural. Juntamente com a abertura da mostra, o Ordovás vai lançar um programa de visitas guiadas ao local. Esta medida visa atingir, principalmente, escolas das redes públicas e privadas de Caxias do Sul.

 

A diretora do Centro de Cultura Ordovás, Claudete Maria Taiarol Travi, participante da recuperação de prédio em 2001, tomou a frente do espaço no início de 2019. Ela destaca que a intenção é expandir o público cativo das iniciativas que costumam ser sediadas pelo Centro. Explica que a educação patrimonial vai ser importante para que a comunidade caxiense tenha conhecimento da história do ponto. Classifica que o espaço é um privilégio para o Município.

 

Um dos objetivos da educação patrimonial é criar uma sensação de pertencimento nos moradores da cidade. Conforme Claudete, assim o cidadão passa a valorizar e frequentar mais os espaços públicos.

 

No ano de 2018 o Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho recebeu visitas de cerca de 20 mil pessoas. O dado é considerado positivo, porém se acredita que a abrangência do espaço seja ainda maior pela ação de grupos fixados no local, mas que atuam de forma descentralizada.

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